O Instituto Vital Brazil – IVB, criado em 1919 pelo médico homônimo, está situado em Niterói (RJ), em instalações com 13,2 mil metros quadrados de área construída, e mantém em Cachoeiras de Macacu, também no Estado do Rio de Janeiro, o campus onde são mantidos os cavalos para produção de soros.

Criado em 1940, além da sede na Cidade Industrial de Curitiba, o Instituto de Tecnologia do Paraná – Tecpar, empresa pública do Governo Estadual, mantém outras três unidades: em Juvevê, também na capital paranaense, em Araucária (Região Metropolitana), em Maringá (Noroeste) e em Jacarezinho (Norte Pioneiro).

O Nutes foi viabilizado por meio de um convênio firmado entre a UEPB e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério da Saúde (MS) e a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB).

O Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos – Nuplam, sediado em Natal (RN), decorre de um processo que se inicia em 1972 com a criação do Núcleo Industrial Químico Farmacêutico (Niquifar), transformado posteriormente em Fundação Universitária do Alimento e do Medicamento (Funam), que vem assumir a atual designação de Nuplam a partir do ano de 1991.

Sua história tem início com a criação, em 1808, por D.João VI, da Botica Real Militar, no Rio de Janeiro (RJ), tornando-se reconhecida por instituições nacionais e internacionais como referência nacional na produção farmacêutica já naquele século.

Criado oficialmente em 1971, a história do LAQFA (Rio de Janeiro-RJ) remonta ao ano de 1962, com a criação da Seção de Farmácia Hospitalar do antigo Hospital de Aeronáutica do Galeão.

Criado em 1965, em Recife-PE, para produzir medicamentos de qualidade e a baixo custo, o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco Governador Miguel Arraes (Lafepe) é uma sociedade de economia mista, com autonomia administrativa e financeira, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde.

O Laboratório Farmacêutico da Marinha – LFM, sediado no Rio de Janeiro (RJ), foi criado em 1906 e promove a pesquisa, o desenvolvimento, a produção, a distribuição e comercialização de medicamentos e alimentos para a Marinha e o Sistema Único de Saúde – SUS.

A história do atual Instituto de Pesquisa em Fármacos e Medicamentos (IPeFarm) remonta ao ano de 1968, quando foi criado o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no ano de 1968, com a proposta de ser um laboratório de produção de medicamentos oficial, orientando-se pelo lema “Ensinar Fazendo”.

A Indústria Química do Estado de Goiás S/A (IQUEGO) é uma sociedade anônima de economia mista, de direito privado, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI, com início das atividades em sete de janeiro de 1964.

Criado há mais de duas décadas por meio de uma parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Governo do Estado do Paraná, o IBMP atua no desenvolvimento tecnológico, inovação e produção industrial de soluções para a saúde.

A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) é uma indústria farmacêutica nacional vinculada ao Ministério da Saúde, que trabalha para fornecer aos pacientes do SUS medicamentos derivados do sangue e produzidos por meio de engenharia genética.

A Fundação para o Remédio Popular “Chopin Tavares de Lima” – FURP é o laboratório farmacêutico oficial do Governo do Estado de São Paulo e conta com duas unidades, uma localizada no município de Guarulhos e em Américo Brasiliense.

A Fundação Ezequiel Dias – Funed está localizada em Belo Horizonte, é vinculada à Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais e foi criada em 1907 pelo médico e farmacêutico homônimo.

A Fundação de Apoio à Biotecnologia e Inovação Tecnológica em Saúde – Funbits foi constituída em 12 de agosto de 2011 como entidade de direito privado sem fins lucrativos, localizada em Serra Branca (PB), com a missão de promover e apoiar projetos de:

Fundado em 1976, o Instituto de Tecnologia em Fármacos – Farmanguinhos é uma unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, que atua de forma multidisciplinar nas áreas de educação, pesquisa, inovação, desenvolvimento tecnológico e produção de medicamentos.

Com mais de 120 anos de história, sediada no Rio de Janeiro (RJ), a Fundação Ataulpho de Paiva – FAP é uma instituição sem fins lucrativos e de caráter filantrópico, foi o primeiro e é até hoje o único fabricante brasileiro da BCG (Bacilo de Calmette-Guérin), a vacina contra a tuberculose.

Fundado em 1987, o Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos – CPPI atua na área de pesquisa e desenvolvimento de produtos de interesse para a saúde pública do País, no município de Piraquara (PR). Produz soros antivenenos, insumos e antígenos para auxílio-diagnóstico.

O Laboratório de Avaliação e Desenvolvimento de Biomateriais do Nordeste – Certbio foi criado em 2006, na Universidade Federal de Campina Grande (PB), e é composto por um grupo multidisciplinar de profissionais em diversas áreas de atuação.

Criado em quatro de maio de 1976, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), é uma das unidades técnico-científicas da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, voltada à promoção, ao desenvolvimento e à produção de imunobiológicos de interesse para a saúde pública.

O Instituto Butantan foi fundado em 1901, inicialmente nomeado como Instituto Serumtherápico, cujo primeiro diretor foi o médico Vital Brazil. Está situado na Fazenda Butantan, na zona Oeste da cidade de São Paulo (SP).

A Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos – Bahiafarma é uma fundação pública de direito privado que integra a administração pública indireta do Poder Executivo do Estado da Bahia.

NOTÍCIAS DA ALFOB

A Rede Pública de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais

Os 21 Laboratórios Farmacêuticos Oficiais Associados à ALFOB constituem uma rede fabril e logística que assegura as condições para o Sistema Único de Saúde – SUS atender às necessidades de saúde da população brasileira.

Eles são fornecedores de fármacos para o tratamento de câncer, hepatite viral, hipertensão e diabetes, tuberculose, hanseníase e malária, com uma capacidade potencial de seis bilhões de unidades farmacêuticas por ano. 

São os Laboratórios Farmacêuticos que abastecem as unidades de saúde com 100% da demanda pelos 15 diferentes tipos de soros disponibilizados pelo SUS: os antipeçonhentos, antitetânico, antirrábico, antibotulínico e diftérico.

A Rede Pública de Laboratórios Farmacêuticos Oficiais

Os 21 Laboratórios Farmacêuticos Oficiais Associados à ALFOB constituem uma rede fabril e logística que assegura as condições para o Sistema Único de Saúde – SUS atender às necessidades de saúde da população brasileira.

Eles são fornecedores de fármacos para o tratamento de câncer, hepatite viral, hipertensão e diabetes, tuberculose, hanseníase e malária, com uma capacidade potencial de seis bilhões de unidades farmacêuticas por ano. 

São os Laboratórios Farmacêuticos que abastecem as unidades de saúde com 100% da demanda pelos 15 diferentes tipos de soros disponibilizados pelo SUS: os antipeçonhentos, antitetânico, antirrábico, antibotulínico e diftérico.

Fonte: Fotos Públicas

PNI

Programa Nacional de Imunizações

Desde as primeiras vacinas aplicadas e campanhas de vacinação contra a varíola, tuberculose e febre amarela (entre o final dos anos 1800 e início dos 1900) até a produção dos concentrados vacinais contra os influenzavírus e o coronavírus, a história dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais Associados à ALFOB está estreitamente ligada à pesquisa e produção dos imunizantes para a proteger a população brasileira das doenças transmissíveis

O PNI, criado em 1973, é considerado o maior do mundo e disponibiliza atualmente  cerca de 50 imunobiológicos, dos quais 20 são vacinas previstas pelo Calendário Nacional de Vacinação.

Também são fornecidos por meio do Sistema Único de Saúde – SUS imunobiológicos especiais, soros e imunoglobulinas em forma de acesso universal para toda a população brasileira. 

Complexo da Saúde

O Complexo Econômico-Industrial da Saúde – CEIS constitui a base econômica, material e tecnológica da saúde: um espaço sistêmico no qual a produção e a inovação se realizam. Por definição, a saúde está para o CEIS como uma política de bem-estar social que lhe é endógena, integrada, condicionante e condicionada por essa estrutura em constante evolução. 

Para incorporar a Quarta Revolução Tecnológica, o desenho do CEIS introduziu a interface exercida pelo Subsistemas de Informação e Conectividade posicionado entre o Subsistema de Serviços e o da Indústria. As Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs representam, ao mesmo tempo, aumento da potência e efetividade sistêmica, bem como o risco de hipertecnificação e perda de uma visão coletiva e solidária da saúde.

Comissões Técnicas

As Comissões Técnicas estão previstas no Estatuto da ALFOB sob a coordenação da Secretaria Executiva. As Comissões Técnicas têm por finalidade analisar e debater as questões setoriais e temáticas, apresentando à Diretoria da ALFOB, sob forma de sugestões, estudos e pareceres técnicos necessários para o aprimoramento dos processos de gestão e na defesa dos interesses dos Laboratórios Associados.

No I Congresso da ALFOB, realizado no ano de 2023, em Brasília, foram realizadas Oficinas de Trabalho com a criação de duas Comissões Técnicas: Comissão Técnica da Política da Qualidade e Comissão Técnica de Aquisição de Bens e Serviços.

Sobre a Alfob

A missão da Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil – ALFOB, associação civil sem fins lucrativos, de direito privado, fundada em cinco de outubro de 1984, é fortalecer o papel dos seus associados perante o Complexo Econômico-industrial da Saúde, por meio de governança colaborativa e estratégias produtivo-tecnológicas voltadas à pesquisa, desenvolvimento e inovação, ampliação e qualificação da produção de medicamentos, imunobiológicos, reativos para diagnósticos (kits), hemoderivados e outros insumos estratégicos, atuando ainda os Laboratórios Farmacêuticos Oficiais Associados à ALFOB como reguladores de preços, todas essas funções indispensáveis para atender às necessidades de saúde da população brasileira.

A ALFOB pauta o seu exercício pelos princípios do direito público, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, exercendo representação oficial dos seus associados nos âmbitos dos Poderes Públicos Constitucionais.

Bahiafarma

A Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos – Bahiafarma é uma fundação pública de direito privado que integra a administração pública indireta do Poder Executivo do Estado da Bahia, vinculada à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB), sediada no município de Simões Filho (BA). Inicialmente fundada em 1983, foi fechada em 1996 e extinta em 1999.

Recriada em 2009, tem como finalidades a realização de pesquisa científica e a promoção de desenvolvimento tecnológico e inovação no campo farmacêutico e da saúde; a produção e comercialização de medicamentos, alimentos e seus derivados, cosméticos, equipamentos, insumos e produtos para a saúde, e o fornecimento e a distribuição de medicamentos essenciais e outros produtos de interesse social para órgãos e entidades que integram o Sistema Único de Saúde (SUS) e outros de interesse público.

A Bahiafarma também tem como finalidade promover medidas para fortalecer a produção pública de medicamentos no Estado da Bahia e estimular a regionalização da produção e inovação em saúde, mediante a qualificação da gestão e ampliação de investimentos na produção.

As metas visam a contribuir para a descentralização da indústria farmacêutica, farmoquímica e biotecnológica no País, hoje concentrada no eixo Rio/São Paulo.

O Instituto Butantan foi fundado em 1901, inicialmente nomeado como Instituto Serumtherápico, cujo primeiro diretor foi o médico Vital Brazil. Está situado na Fazenda Butantan, na zona Oeste da cidade de São Paulo (SP). Desde então, produz imunobiológicos voltados para a saúde pública, sendo responsável por grande parte dos soros e vacinas produzidas no Brasil. Seus produtos fazem parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O Butantan produz atualmente 7 vacinas e 13 soros.
Com um amplo complexo produtivo, centros de pesquisa e a Fazenda São Joaquim (situada no município de Araçariguama, local onde são criados os cavalos responsáveis pela produção de anticorpos utilizados na produção dos soros), o Instituto Butantan vem investindo no aprimoramento dos processos e equipamentos para o desenvolvimento e produção de imunobiológicos. Essa estratégia visa garantir o abastecimento, a acessibilidade e o padrão de qualidade dos soros e vacinas produzidos, objetivando prioritariamente a aprovação das agências regulatórias de saúde nacionais e internacionais, seguindo os conceitos e parâmetros de acordo com as diretrizes preconizadas pelas Boas Práticas de Produção (BPF) e Boas Práticas de Laboratório (BPL).

(Fonte: https://butantan.gov.br/)

Criado em quatro de maio de 1976, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), é uma das unidades técnico-científicas da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, voltada à promoção, ao desenvolvimento e à produção de imunobiológicos de interesse para a saúde pública.
Produz atualmente 12 vacinas, 11 reativos para diagnóstico (kits) e 11 biofármacos, numa estrutura total de 78,8 mil metros quadros, composto por quatro pavilhões e pelo Complexo Tecnológico de Vacinas, situados na sede da Fiocruz, em Manguinhos-Rio de Janeiro (RJ).
Bio-Manguinhos irá contar com dois novos campi: o Complexo Tecnológico em Insumos Estratégicos (CTIE), em Eusébio (CE) e o Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS), em Santa Cruz (RJ).
O CTIE irá produzir, inicialmente, os IFAs de diversos biofármacos, ampliando a gama de produtos a serem ofertados à população.
O CIBS ampliará a oferta de vacinas e biofármacos visando atender não só aos programas públicos de saúde como também a demanda externa das Nações Unidas. A planta contará com capacidade de produção estimada de 120 milhões de frascos de vacinas e biofármacos/ano, em diferentes apresentações e servirá para atender prioritariamente às demandas da população brasileira por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). 

 (Fonte: https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/)

O Laboratório de Avaliação e Desenvolvimento de Biomateriais do Nordeste – Certbio foi criado em 2006, na Universidade Federal de Campina Grande (PB), e é composto por um grupo multidisciplinar de profissionais em diversas áreas de atuação, tais como: Engenharia de Materiais, Odontologia, Fisioterapia, Farmácia, Medicina, Medicina Veterinária, Química, Desenho Industrial e Enfermagem. Atua no desenvolvimento e avaliação de biomateriais e adicionalmente na formação científica de graduação e pós-graduação, sendo um dos Centros de Referência em Ciência e Engenharia de Biomateriais no País. Contribui com o Sistema Único de Saúde – SUS e, mais especificamente, com o Ministério da Saúde no âmbito da Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos e do Complexo Econômico-industrial da Saúde – CEIS. Atua como referência para a Anvisa na área de Produtos para Saúde, subáreas de materiais e dispositivos implantáveis e/ou materiais e materiais de apoio médico-hospitalar, bem como também na área de Vigilância Pós-comercialização. Pelos serviços prestados, o Certbio tornou-se um dos laboratórios designados pela Anvisa para realização de ensaios e análises laboratoriais de materiais e monitoramento da qualidade e o desempenho de tecnologias em saúde no Brasil.

(Fonte: http://certbio.net/index.php)

Fundado em 1987, o Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos – CPPI atua na área de pesquisa e desenvolvimento de produtos de interesse para a saúde pública do País, no município de Piraquara (PR). Produz soros antivenenos, insumos e antígenos para auxílio-diagnóstico. O CPPI é um dos quatro laboratórios oficiais produtores de Soros Antivenenos. Além de produzir o Soros Antibotrópico, é referência nacional na produção do Soro Antiloxoscélico (contra a picada de aranha-marrom) e do Antígeno de Montenegro, utilizado para auxílio-diagnóstico da leishmaniose tegumentar americana. O CPPI é o único produtor do Soro Antiloxoscélico Trivalente e fabrica também o Antígeno de Mitsuda para auxílio-prognóstico da hanseníase, Antígeno para diagnóstico da Paracoccidioidomicose e Esteriteste (indicador biológico para controle da esterilização). A partir de 2016 a Fundação Estatal de Atenção a Saúde – FUNEAS assumiu algumas ações do CPPI, visando melhorar sua eficiência institucional. O Centro conta com uma área construída de 5,6 mil metros quadrados para o desenvolvimento de suas atividades, nas áreas de produção de medicamentos e biológicos, produtos para diagnóstico de doenças de interesse em saúde pública e insumos.


(Fonte: https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/CPPI-Centro-de-Producao-e-Pesquisa-de-Imunobiologicos)

 

 

 

Com mais de 120 anos de história, sediada no Rio de Janeiro (RJ), a Fundação Ataulpho de Paiva – FAP é uma instituição sem fins lucrativos e de caráter filantrópico, foi o primeiro e é até hoje o único fabricante brasileiro da BCG (Bacilo de Calmette-Guérin), a vacina contra a tuberculose. O Brasil está entre os 20 países de maior carga de tuberculose no mundo: 72 mil novos casos por ano e 4,5 mil mortes pela doença. Criada com o nome de Liga Brasileira Contra a Tuberculose, a FAP é responsável por fornecer cerca de 95% das doses BCG para a população brasileira e, desde 2006, fabrica o Imuno BCG, indicado no tratamento do câncer de bexiga. Atua não apenas na fabricação, como também tem competência para embalar, importar, exportar, distribuir e reembalar medicamentos, insumos, correlatos e produtos dietéticos. Está construindo uma nova unidade fabril, em Xerém (RJ), onde já iniciou o processo de embalagem e testes das vacinas BCG produzidas.

(Fonte: https://www.fundacaoataulphodepaiva.com.br/)

Fundado em 1976, o Instituto de Tecnologia em Fármacos – Farmanguinhos é uma unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz, que atua de forma multidisciplinar nas áreas de educação, pesquisa, inovação, desenvolvimento tecnológico e produção de medicamentos. 

Considerado o maior laboratório farmacêutico oficial vinculado ao Ministério da Saúde, além de pesquisar, desenvolver e produzir medicamentos essenciais para a população brasileira, o Instituto se destaca ainda na luta pela redução de custos de medicamentos, permitindo a ampliação do acesso de mais pessoas aos programas de saúde pública. 

A pesquisa de Farmanguinhos exerce papel fundamental na descoberta de novas moléculas, sejam de origem sintética, vegetal ou biotecnológica. Atualmente, o Instituto conta com 33 projetos e nove linhas de pesquisa. Em total alinhamento às demandas do Governo Federal, Farmanguinhos dedica-se à pesquisa e ao desenvolvimento de medicamentos de alto valor agregado e/ou estratégicos para o Ministério da Saúde. 

Ao longo dos últimos anos, Farmanguinhos vem firmando um relacionamento importante com empresas privadas, tendo como instrumento as Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs), que se mostraram estratégicas do ponto de vista da transferência de tecnologia e know-how, permitindo a internalização de medicamentos com alta complexidade tecnológica. 

Atualmente, o Instituto mantém acordos de transferência de tecnologia com a Índia, Estados Unidos e países da Europa e da África. Vinculado ao Ministério da Saúde (MS) do Brasil, o Instituto ocupa posição estratégica como maior laboratório farmacêutico oficial do Poder Executivo Federal e possui capacidade instalada de produção de mais de 2,5 bilhões de unidades de medicamentos por ano. Dentre os cerca de 33 tipos de medicamentos diferentes que Farmanguinhos têm registrados, o instituto fabrica antibióticos, anti-inflamatórios, anti-infecciosos, antiulcerosos, analgésicos, para doenças endêmicas, como malária e tuberculose, antirretrovirais para tratamento da Aids e hepatites virais. 

Também produz aqueles para o sistema cardiovascular e o sistema nervoso central, tornando-se um importante centro de tecnologia e desenvolvimento de medicamentos especializados de alto valor agregado com papel estratégico dentro da Política Nacional de Medicamentos e da Política Industrial.

(Fonte: https://www.far.fiocruz.br/)

A Fundação de Apoio à Biotecnologia e Inovação Tecnológica em Saúde – Funbits foi constituída em 12 de agosto de 2011 como entidade de direito privado sem fins lucrativos, localizada em Serra Branca (PB), com a missão de promover e apoiar projetos de pesquisa, inovação tecnológica, desenvolvimento empresarial, científico, tecnológico, social e cultural, a transferência de tecnologia, incubação de empresas e prestação de serviços nos campos da biotecnologia e inovação tecnológica no Complexo Econômico-industrial da Saúde – CEIS. A proposta da FUNBITS é atrair pesquisadores experientes e jovens pesquisadores com o espírito empreendedor para tornar possível a transposição da pesquisa em campo e laboratorial em fitoprodutos que possam alcançar outros mercados e consequentemente geração de receitas e desenvolvimento sustentável para a região. A estrutura da estação experimental conta com um laboratório analítico e de produção das drogas vegetais, extratos e fitoprodutos e os módulos de produção vegetal, com uma área de 240 metros quadrados. Pela sua localização, a Funbits tem trabalhado com matérias-primas do Bioma Caatinga inserido na região semiárida, possibilitando desta forma a integração da inovação tecnológica com o desenvolvimento sustentável de uma das regiões mais problemáticas do País.

(Fonte: https://www.funbits.org.br/)

A Fundação Ezequiel Dias – Funed está localizada em Belo Horizonte, é vinculada à Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais e foi criada em 1907 pelo médico e farmacêutico homônimo. Qualificada como Instituto de Ciência e Tecnologia, é referência em pesquisa e produção de soros antipeçonhentos (contra picada de cobras, aranhas, escorpiões e abelhas), além de antitóxicos e antivirais. É o único laboratório público fornecedor da vacina contra meningite C para o Ministério da Saúde. Como produtor de medicamentos, destaca-se por ser o fabricante exclusivo na América Latina da Talidomida (para hanseníase, lúpus e com potencial para tratamento de câncer). A Funed é certificada como Laboratório Central de Saúde Pública de Minas Gerais – Lacen/MG, com 42 unidades laboratoriais que realizam análises e exames de última geração para as vigilâncias sanitária, epidemiológica, ambiental e de saúde do trabalhador que atuam no segundo estado mais populoso da Federação. Além disso, tem participação significativa na fabricação de antirretrovirais, drogas indicadas para pacientes com AIDS e medicamentos biológicos (feitos a partir de células vivas). A Funed mantém centenas de espécimes no seu serpentário e milhares de escorpiões para a extração de venenos usados na produção de soros. Recebeu certificação ISO 9001 para as suas quatro áreas operacionais, abrangendo todas as atividades desenvolvidas. Sua competência técnica é comprovada por meio da acreditação de ensaios na ABNT, NBR e ISO/IEC 17025. A Funed traduz a sua missão como sendo “Participar do fortalecimento do Sistema Único de Saúde, protegendo e promovendo a saúde”.

(Fonte: http://www.funed.mg.gov.br)

 

A Fundação para o Remédio Popular “Chopin Tavares de Lima” – FURP é o laboratório farmacêutico oficial do Governo do Estado de São Paulo e conta com duas unidades, uma localizada no município de Guarulhos e em Américo Brasiliense. Vinculado à Secretaria da Saúde, ocupa posição estratégica nas políticas públicas de saúde, dedicando-se ao desenvolvimento, produção, distribuição e dispensação de produtos para melhoria da qualidade de vida da população. Criado em 1968, atualmente fornece medicamentos à secretarias municipais e estaduais de saúde, consórcios de municípios, santas casas, hospitais, sindicatos e entidades filantrópicas. A unidade de Guarulhos conta com 40 mil m² de área construída e mais de mil funcionários. O elenco da FURP é composto por 38 medicamentos e também pelo Dispositivo Intrauterino para Contracepção (DIU). O seu portfólio oferece antibióticos (Amoxicilina, Cefalexina, Penicilinas), antirretrovirais (Lamivudina, Lamivudina+Zidovudina), anti-hipertensivos (Captopril, Metildopa), dermatológicos (Dexametasona), diuréticos (Hidroclorotiazida), medicamentos para transplantados (Azatioprina), além de imunossupressores, controle da diabetes, tratamento de transtornos mentais, tuberculose, entre outros.

(Fonte: http://www.furp.sp.gov.br/home/default.aspx)

A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) é uma indústria farmacêutica nacional vinculada ao Ministério da Saúde, que trabalha para fornecer aos pacientes do SUS medicamentos derivados do sangue e produzidos por meio de engenharia genética.

Com a Hemobrás, o SUS pode garantir à população a continuidade do tratamento medicamentoso para pacientes com erros inatos do sistema imune, infecções bacterianas e virais, Síndrome de Guillain-Barré, hemofilias A e B, queimaduras graves, AIDS e câncer, entre outros diagnósticos.

A empresa contempla a produção de medicamentos hemoderivados e recombinantes. Os hemoderivados são medicamentos produzidos pelo fracionamento industrial do plasma humano, obtido a partir das doações de sangue realizadas nos serviços de hemoterapia dos estados. Já os recombinantes são elaborados por engenharia genética através do uso da tecnologia de DNA recombinante.

As atividades da Hemobrás atendem a uma função social, servindo à população e colaborando com a saúde pública brasileira. Elas estão inseridas na Política Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados e dizem respeito à atenção hemoterápica e hematológica. A Empresa fornece alguns dos hemoderivados de maior consumo no mundo ao Ministério da Saúde: Albumina, Imunoglobulina, Fatores de Coagulação VIII e IX. Além desses, distribui ao SUS o Fator VIII Recombinante, Hemo-8r®, biofármaco produzido por engenharia genética.

Site: www.hemobras.gov.br


Criado há mais de duas décadas por meio de uma parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Governo do Estado do Paraná, o IBMP atua no desenvolvimento tecnológico, inovação e produção industrial de soluções para a saúde. 

Ao longo de sua trajetória, o IBMP consolidou-se como Instituição Científica e Tecnológica (ICT), colaborando com o desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia no país e com o abastecimento da rede de saúde nacional, em especial SUS, mas também no setor privado, com produtos de qualidade. 

A infraestrutura de produção e desenvolvimento de soluções para a saúde consagra a atuação do IBMP no Complexo Econômico e Industrial da Saúde.

Com área produtiva de 2200m² certificada em Boas Práticas de Fabricação (BPF), o Instituto possui alta capacidade produtiva de soluções diagnósticas, nas plataformas de imunoensaios e testes moleculares.

Para o desenvolvimento de novas soluções e processos inovadores, o IBMP conta com laboratórios e equipamentos de ponta, para o desenvolvimento de soluções diagnósticas, bioterapêuticos e prototipagem de dispositivos em mais de 1500m² de moderna área laboratorial totalmente voltada à inovação. 

A capacidade científica, tecnológica e de inovação do IBMP sustenta-se não só por sua estrutura laboratorial e fabril, mas sobretudo pelos recursos humanos altamente qualificados nas áreas de Gestão, Produção, Qualidade, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação em Saúde, contando com corpo técnico formado por cerca de 170 colaboradores, incluindo mais de 50 mestres e doutores.

Um valor fundamental do IBMP é o seu compromisso com a vida, que fica evidente nos seus esforços para deixar um planeta melhor para as gerações futuras.

A sua dedicação à sustentabilidade é genuína; por meio de suas ações e engajamentos, o IBMP demonstra responsabilidade pelos impactos de suas atividades. A instituição tem se mantido firme em sua missão de fornecer soluções biotecnológicas que melhorem a saúde e o bem-estar social.

A Indústria Química do Estado de Goiás S/A (IQUEGO) é uma sociedade anônima de economia mista, de direito privado, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI, com início das atividades em sete de janeiro de 1964. 

O parque fabril da IQUEGO, localizado em Goiânia, conta com cerca de 40 mil m², dos quais 15 mil m² são de área construída, para a produção de de fármacos, medicamentos e produtos para a saúde. A IQUEGO reúne capacidade para fabricar mais de um bilhão de unidades farmacêuticas por ano. 

Sua missão Institucional é produzir, comercializar e distribuir medicamentos e produtos para a saúde com qualidade, a preços competitivos e acessíveis, além de realizar pesquisa científica para o desenvolvimento de novos produtos para atender as necessidades de saúde da população brasileira, por meio do Sistema Único de Saúde – SUS. 

Avançando em sua estratégia de diversificação e inovação em pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos, medicamentos e produtos para a saúde, a IQUEGO aprovou recentemente a implantação de uma planta para a produção de cosméticos, onde será fabricado o repelente DEET, destinado ao combate às epidemias de dengue, zika, chikungunya, carrapatos e outras. 

Recentemente, a IQUEGO obteve a autorização de funcionamento e o alvará sanitário para a industrialização de produtos para a saúde que incluem glicosímetros, componentes essenciais ao Programa de Diabetes.

Contribuindo com o Ministério da Saúde na implementação das políticas de desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde no Brasil, a IQUEGO apresentou projetos relacionados aos programas PDP, PDIL e PPDN.

A história do atual Instituto de Pesquisa em Fármacos e Medicamentos (IPeFarm) remonta ao ano de 1968, quando foi criado o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no ano de 1968, com a proposta de ser um laboratório de produção de medicamentos oficial, orientando-se pelo lema “Ensinar Fazendo”. Sua missão universitária era formar farmacêuticos industriais com experiência de chão de fábrica no Nordeste Brasileiro. O mentor da ideia foi o Professor Delby Fernandes Medeiros, que dirigiu o LTF até o início da década de 90 e implantou o pioneiro Curso de Mestrado em Farmacologia e Química de Produtos Naturais, transformado, em 1998, no Programa de Pós-Graduação em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos, que, por uma decisão da Reitoria Universitária, fora extinto, em 2011. No ano de 2014, nasce o atual IPeFarm-UFPB, que incorporou a estrutura anterior e passou contar com outras mais recentes. Atualmente, o Programa de Pós-graduação (Mestrado e Doutorado) é classificado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior do Ministério da Educação – Capes no Nível 6/Qualidade Internacional e é o único no Nordeste. A missão do IPeFarm é pesquisar, desenvolver e produzir fármacos e medicamentos naturais e sintéticos, desenvolver tecnologias analíticas e de produção de medicamentos/fitoprodutos e realizar estudos clínicos de medicamentos e produtos para a saúde destinados ao consumo humano.

(Fonte: https://www.ufpb.br/ipefarm)

O Laboratório Farmacêutico da Marinha – LFM, sediado no Rio de Janeiro (RJ), foi criado em 1906 e promove a pesquisa, o desenvolvimento, a produção, a distribuição e comercialização de medicamentos e alimentos para a Marinha e o Sistema Único de Saúde – SUS. Atualmente, conta com um portfólio de nove medicamentos em 12 apresentações, 16 registros de produtos, oito dos quais por meio de PDPs. Em 2013, foi convertido em Instituição Científica e Tecnologia – ICT. Desde então, o LFM vem ampliando sua atuação por meio de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, dentre os quais podem ser citados os seguintes. Formulação Pediátrica de Praziquantel, empregado para o tratamento de diversas helmintíases, especialmente da esquistossomose, em parceria com Instituto Nacional de Tecnologia – INT e com o Instituto de Tecnologia em Fármacos – Farmanguinhos/Fiocruz. Medicamento Similar de Benznidazol 100 mg em comprimidos para o tratamento da Doença de Chagas. Para a autonomia nacional na defesa radiológica e nuclear, o LFM desenvolve o Projeto Azul da Prússia (Ferrocianeto Férrico 500 mg, em cápsulas), que tem ação comprovada na descontaminação de materiais e superfícies corpóreas. Para a defesa biológica, empenha-se no desenvolvimento do Ciprofloxacino 500 mg, indicado no combate ao Bacillus anthracis (Antraz), sendo útil também para o tratamento de infecções urinárias, respiratórias, gastrointestinais e tuberculose. Desenvolvimento de alimento funcional com Quercetina, substância de origem natural, para utilização por tropas militares. O LFM também atua em dois projetos de pesquisa para Doenças Negligenciadas.

(Fonte: https://www.marinha.mil.br/lfm/)

Criado em 1965, em Recife-PE, para produzir medicamentos de qualidade e a baixo custo, o Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco Governador Miguel Arraes (Lafepe) é uma sociedade de economia mista, com autonomia administrativa e financeira, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde. Classificado como um dos três maiores laboratórios públicos do Brasil, desenvolve, produz e comercializa medicamentos e óculos, atendendo às políticas públicas de saúde. O Lafepe dispõe de 12 farmácias em todas as regiões do Estado de Pernambuco, onde comercializa medicamentos de fabricação própria, os óculos da marca Lafepe e também genéricos e similares adquiridos de fornecedores selecionados. O Lafepe é o único laboratório oficial, no mundo, fabricante do Benznidazol (resultado de um processo de transferência de tecnologia), indicado para o Mal de Chagas, com fornecimento regular para o Ministério da Saúde e instituições humanitárias internacionais. Os antirretrovirais produzidos pelo Lafepe também são vendidos para o Ministério da Saúde. Do coquetel de 22 medicamentos utilizados no combate à Aids, no País, cinco são adquiridos do laboratório pernambucano. Considerando a mesma parceria, o Lafepe destaca-se como único fornecedor do hipoclorito de sódio 2,5% para combate à cólera e dos antipsicóticos Clozapina, Quetiapina e Olanzapina. A relação de itens comercializados pelo Lafepe em sua rede de farmácias inclui, ainda, dois antihipertensivos, dois diuréticos e anti-hipertensivos, um antidiabético, um antigases (em duas apresentações), um antiácido e antiulcerogênico, um analgésico, um antialérgico, além de preservativo, coletor para urina e fezes e seringa descartável.

(Fonte: https://www.lafepe.pe.gov.br/)

Criado oficialmente em 1971, a história do LAQFA (Rio de Janeiro-RJ) remonta ao ano de 1962, com a criação da Seção de Farmácia Hospitalar do antigo Hospital de Aeronáutica do Galeão. Já no ano seguinte (1972) inicia produção para a Central de Medicamentos – CEME e, em 1976 convênio com o então Ministério da Previdência e Assistência Social permite a expansão e modernização fabril, com o início de produção da Insulina 40 UI/ml, no ano seguinte. 

A partir de 2003, o LAQFA passa a distribuir para o corpo da Força Aérea 28 Medicamentos. Três anos após, obtém registro da Anvisa e inicia a produção do Iodeto de Potássio 130mg (comprimidos), indicado para o tratamento de acidentes com radiações ionizantes e profilaxia para a tireoide, sendo o LAQFA, atualmente, o único fabricante brasileiro. Outro marco é a obtenção pela Anvisa, em 2007, da Certificação de Boas Práticas de Fabricação de sua linha de sólidos e antibióticos não-cefalosporínicos e não-beta lactâmicos e os produtos sujeitos ao controle especial, como os psicotrópicos e os entorpecentes. 

Além da competência técnica e a eficácia dos medicamentos produzidos, a certificação reconhece a capacidade de produzir medicamentos genéricos. 

Em 2010, o LAQFA iniciou a produção do medicamento Oseltamivir de 75 miligramas em cápsulas utilizado no tratamento da gripe causada pelo H1N1. 

Já reconhecido como Instituição Científica e Tecnológica (ICT), em 2018, ano em recebe o Certificado De Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos da Anvisa, o LAQFA, por meio de Parceiras para o Desenvolvimento Produtivo – PDPs, assina termos de compromisso para a produção dos seguintes medicamentos: Dasatinibe (oncológico combate à leucemia), Simeprevir (antiviral combate a hepatite C), Darunavir e Dolutegravir (antivirais para tratamento da Aids), Tereflunomida (esclerose múltipla), medicamentos de classes terapêuticas de alta complexidade. 

A partir desse momento, o LAQFA busca concessão de Condição Técnico-Operacional para a embalagem secundária de sólidos orais e Autorização de Funcionamento pela Anvisa para fabricar produtos de higiene pessoal para hospitais da Força Aérea e protetor solar para os Programas de Prevenção e Combate ao Câncer de Pele e Prevenção a Dengue, Chikungunya e Zika.

(Fonte: https://www2.fab.mil.br/laqfa/)

Sua história tem início com a criação, em 1808, por D.João VI, da Botica Real Militar, no Rio de Janeiro (RJ), tornando-se reconhecida por instituições nacionais e internacionais como referência nacional na produção farmacêutica já naquele século. Com o anos 1900, uma nova fase tem início com a instalação de vários cursos ministrados na cadeira de Química e Farmacotécnica por farmacêuticos militares. Durante sua trajetória, o LQFEx assegurou o suprimento das Organizações Militares do Exército, seja no território nacional ou no exterior, inclusive durante os conflitos bélicos e nas missões de paz. Em 1972, passa a abastecer a Central de Medicamentos – CEME, na condição de o seu maior fornecedor. Completamente integrado à sistemática de distribuição de medicamentos da Força Terrestre, ciente de suas responsabilidades junto à Família Militar, o LQFEx busca a inovação e prima pela qualidade. Em 2003, conquistou a Medalha de Bronze em sua primeira participação no Prêmio de Qualidade Rio, promovido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Por meio de convênios, o LQFEx mantém regularmente a atualização acadêmica do seu corpo profissional, em universidades e centros de pesquisa nacionais e internacionais. Atualmente, o LQFEx passa por reformas estruturais para adequação de sua área industrial e aumento de sua capacidade produtiva. Estruturação do setor de controle de qualidade, setor de sólidos e principalmente no setor de injetáveis, visando atender às necessidades do Exército e os projetos de endemias focais do Ministério da Saúde, especificamente Antimoniato de Meglumina, utilizado no tratamento de Leishmaniose, dessa forma, tornando-se o único produtor deste medicamento no Brasil.

(Fonte: http://www.lqfex.eb.mil.br/)

O Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos – Nuplam, sediado em Natal (RN), decorre de um processo que se inicia em 1972 com a criação do Núcleo Industrial Químico Farmacêutico (Niquifar), transformado posteriormente em Fundação Universitária do Alimento e do Medicamento (Funam), que vem assumir a atual designação de Nuplam a partir do ano de 1991. Vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, ocupa no Campus Universitário área aproximada de 27.000 m2, sempre utilizada para a produção de medicamentos e a oferta de estágios supervisionados a diversos cursos universitários. Desde 1999, o Nuplam disponibiliza a sua linha própria de medicamentos básicos para o Sistema Único de Saúde – SUS e, a partir de 2003, também conduz linhas de pesquisa e extensão universitária em parceria com cursos de graduação da UFRN, tais como Farmácia, Engenharia de Produção, Química e outros. O Nuplam já alcançou junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa registros vigentes para o Cloridrato de Fingolimode 0,5 mg cápsulas e o Olanzapina 5 e 10 mg comprimidos revestidos. O Nuplam atua a partir da seguinte missão: “Desenvolver e transferir conhecimento na área farmacêutica, produzindo medicamentos com qualidade, segurança, eficiência e eficácia terapêutica, visando o fortalecimento da formação acadêmica e a promoção da saúde pública”.

(Fonte: https://nuplam.ufrn.br/)

O Nutes foi viabilizado por meio de um convênio firmado entre a UEPB e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Ministério da Saúde (MS) e a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB).

Desde a criação, o Nutes tem como missão “Atuar em Sistemas em Saúde, com excelência em inovação, tornando soluções de ponta acessíveis, gerando negócios com organizações públicas e privadas, atendendo às agências reguladoras”.

Nesta perspectiva caracteriza-se como um centro de referência com as atividades concentradas nas linhas de pesquisa, desenvolvimento, produção, inovação e prestação de serviços tecnológicos aplicada ao setor de saúde.

O objetivo é planejar e elaborar programas e projetos estratégicos visando o desenvolvimento da capacidade laboratorial para análise e avaliação da conformidade de tecnologias de saúde, serviços e sistemas médicos, prestação de serviços tecnológicos e produção de bens e serviços relacionados à saúde.

As ações são desenvolvidas por uma equipe interdisciplinar de professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação, bem como profissionais de nível superior e nível técnico.

A sede administrativa está situada no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da UEPB, em Campina Grande-PB, onde ocupa uma área de 1.000 m².

Nessa área estão localizados: Laboratório de Usabilidade e Fatores Humanos (LUFH), o Laboratório de Análise de Imagens e Sinais (LAIS) e o Laboratório de Tecnologias 3D (LT3D), Sense LAB, Laboratório de Gestão de Sistemas Hospitalares (LGSH), Laboratório de Instrumentação Biomédica e Ensaios Eletrônicos (LIEE), Laboratório de Computação Biomédica e Unidade de Fabricação de Dispositivos Médicos (UFDM).  Além dos laboratórios, o NUTES dispõe de uma sala de aula (miniauditório), biblioteca, secretaria, salas para professores e pesquisadores, além de uma ampla sala para reuniões.

Criado em 1940, além da sede na Cidade Industrial de Curitiba, o Instituto de Tecnologia do Paraná – Tecpar, empresa pública do Governo Estadual, mantém outras três unidades: em Juvevê, também na capital paranaense, em Araucária (Região Metropolitana), em Maringá (Noroeste) e em Jacarezinho (Norte Pioneiro). Em seus mais de 80 anos de vida, o Tecpar sempre atuou como produtor de medicamentos biológicos, vacinas e reativos para diagnóstico (kits) para uso animal e humano, suprindo demandas de órgãos da saúde pública de todo o Brasil. Oferece serviços laboratoriais de análise de água e alimentos e, como Instituto de Ciência e Tecnologia – ICT, participa da pesquisa e desenvolvimento de produtos inovadores, caso da vacina antirrábica animal (patenteada em 2018), fundamental para que o Brasil tenha alcançado o controle da transmissão do vírus rábico. Fundado como Laboratório de Análises e Pesquisas, foi denominado Instituto de Biologia Agrícola e Animal e em seguida Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas para, em 1978, receber a atual designação como empresa pública estadual com personalidade jurídica de direito privado. O Tecpar mantém no seu Parque Tecnológico da Saúde o Instituto Carlos Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (ICC/Fiocruz), unidade técnico-científica regional da Fundação Oswaldo Cruz no Paraná e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), criado em parceria entre o Governo do Estado do Paraná e a Fiocruz. Para o fomento a empresas tecnológicas inovadoras mantém na mesma Unidade a Incubadora Tecnológica do Tecpar, apoiando projetos de desenvolvimento e amadurecimento de produtos. O Tecpar busca a diversificação da sua plataforma tecnológica na área da saúde por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) e também com pesquisas em parceria para o tratamento de doenças raras e cânceres. Outra fronteira tecnológica é o desenvolvimento de produtos à base de cannabis para fins medicinais, incluindo tecnologia de fabricação e avaliação da conformidade das concentrações de Canabidiol (CBD) e Tetrahidrocanabinol (THC), na condição de prestador de serviços para organização privadas e filantrópicas parceiras.

(Fonte: https://www.tecpar.br/)

O Instituto Vital Brazil – IVB, criado em 1919 pelo médico homônimo, está situado em Niterói (RJ), em instalações com 13,2 mil metros quadrados de área construída, e mantém em Cachoeiras de Macacu, também no Estado do Rio de Janeiro, o campus onde são mantidos os cavalos para produção de soros. É uma sociedade de economia mista, de direito privado, vinculado à Secretaria Estadual de Saúde como órgão da Administração Indireta. No instituto, são produzidos antídotos contra tétano, raiva e antipeçonhentos, usados no tratamento de acidentes com cobras, aranhas e escorpiões. É o único a produzir soro contra picada da aranha viúva negra (antilatrodéctico), desde 2001. Também atua em estudos e pesquisas no campo farmacêutico, biológico, econômico e social, prestando serviços que vão dos diagnósticos laboratoriais e epidemiológicos a programas de controle de doenças. A produção soroterápica inclui o antibotrópico (contra o veneno do gênero das jararacas), antiescorpiônico (contra o veneno do escorpião amarelo), anttitetânico (contra tétano), antirrábico (contra raiva) e antiapílico (contra picada de abelhas), além do soro antilatrodéctico. O IVB iniciou em 2012 a produção dos dois fármacos que fornece ao Ministério da Saúde. É o produtor exclusivo dentre os Laboratórios Farmacêuticos Oficiais da Rivastigmina (para o tratamento da Doença de Alzheimer), que é fornecida em quatro apresentações: 1,5mg, 3mg, 4,5mg e 6mg, em blisters de 15 cápsulas cada. Também produz o Imatinibe (para o tratamento do tumor gastrointestinal e leucemia mieloide crônica), nas apresentações de 400mg e 100mg, respondendo por 50% da demanda do Sistema Único de Saúde – SUS. Além do serpentário e aracnário, o Instituto mantém um biotério, que é muito importante no processo de produção dos soros. Ele é equipado com um Laboratório de Controle Sanitário Animal, responsável pela saúde dos animais usados nos testes: aproximadamente sete mil camundongos, 300 cobaias (preás), 700 coelhos e 200 ratos, além dos cavalos criados na fazenda de Macacu. Sendo um dos mais longevos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais, o IVB participou em diversos momentos da história da saúde pública nacional. Foi o médico e cientista Vital Brazil quem recebeu as primeiras doses da vacina BCG (contra a tuberculose), enviada por Albert Calmette e Camille Guérin, do Instituto Pasteur (Paris/França), em 1925.


Fonte: www.vitalbrazil.rj.gov.br